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Editorial Eduardo Galeano diz que a história é uma senhora lenta, caprichosa, às vezes louca, complicada e misteriosa. Para mim, que vivi a maior parte da minha vida em Brasília, a ideia de história como senhora lenta encontra certa resistência. Os botecos "tradicionais" de Brasília se orgulham de terem sido fundados nos longínquos anos 60. Tem gente viva que viveu a história da cidade do começo ao fim. Caminhando pela universidade, os ferros retorcidos expostos lembram que a cidade sequer terminou de ficar pronta. Um europeu em Brasília uma vez me disse que teria dificuldade de viver em uma cidade assim "sem história" e desde então, sempre que o assunto aparece me pergunto por quê. Clique e leia o editorial

Contos

A aprendizagem do silêncio

de Sara Timóteo

1999. Os meus pensamentos são pouco exactos e têm-no sido durante todo este tempo. De um modo mais preciso, desde Janeiro. Tento ser outra pessoa

Transitando

de Daniel Sanches

Escrevo loucamente enquanto ando. Vanessa nem pergunta o que há. Eu no caderno, ela no watts. Também não sei o que há. Ela no watts, normal.

Fábulas

de Marcos Visnadi

A onça andava triste e encontrou a anta que voltava da ioga, esta lhe disse exercite-se e a onça estraçalhou-a num pulo

Hanami

de Luiz Guilherme Sakai

Jardim abandonado é um dos meus preferidos movimentos da suíte ‘Crônica da casa assassinada’, de Tom Jobim. Sinestesia é meu pátio

Servindo a mesa

de Giuliana Palumbo

Para quem tem crise existencial, meia dúzia de ovos na geladeira é estímulo suficiente. Afinal, aqueles casulos brancos e gelados podiam ter gerado pintos

Poemas avulsos

Sentidos

de Tatiane Silva Santos

A cobra

de Mariana Terin Gomes

Réstia

de Cláudia Barral

Tempos verbais de um golpe

de Renata Cristina Pereira

Utopia

de Tadeu Renato

Janeiro

de Pollyana Quintella

Para quem?

de Tomaz Amorim Izabel

Outono 2017

Não Temos Tempo de Temer a Morte 

Coletâneas de poemas

5 minutos e outros poemas

de Dheyne de Souzq

do ódio que derrama dos dentes, independentemente da cor das gengivas, das camisas, das vias
da dor dos direitos lesados

Poesias do ano do golpe

de Mario Travassos

ano passado chegaram os mosquitos
achava que o quinto andar era alto pra eles
coincidiu com o condomínio novo

Fumaça preta

de Bruno Marra

pessoas de amanhã
vocês nos ouvem respirar

Migalhas ou milhagens ou miragens

de Carla Andrade

Pombos
um pombo no meio de outros mil pombos
eles me viram. eu os vejo.

Esconda os dentes, não

de Caê Guimarães

você estabelece uma nova regra, um novo hino, uma nova treta
você delega, amola a faca cega e nega tudo que enseja
você determina o que breca e avança

Ensaios para um motim íntimo

de Jorge Miranda

Toda hesitação tem
surtido o efeito
contrário

Foi encotrada uma mulher e outros poemas

de Marian Pessah

terra
muita terra
muita terra

Bocas de lobo

de Rosana Piccolo

lírios de fogo à meia-voz
onde botas pisam cadáveres
e bailes funk

Abutres e derrotas e outros poemas

de Pilar Bu

e a vitória uma utopia
cara
vendida com champanhe

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Outono 2017: Não Temos Tempo de Temer a Morte

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Verão 2016: Todos os cantos são o centro de algum lugar

Primavera 2015: Museu das conversas desencontradas

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Outono 2015: 26 textos para serem lidos no transporte público

Verão 2015: Edição amarrada em um poste

 

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Raimundo • Nova literatura brasileira

Quem somos? A Raimundo abre as portas para novos autores e atores da literatura brasileira, entre contistas, poetas, tradutores e ensaístas. Criada em 2014 com proposta de ser uma revista de edição trimestral, pretende acolher obras que pouco encontraram abrigo nos ainda apertados espaços do mundo editorial brasileiro.

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